😚Beijo na Festa do Trabaho
Em uma festa do trabalho eu estou falando com a Kelly. Passamos numa lojinha e ela pega um cartão para enviar a Stella. A Kelly está meio bêbada e pede para eu também escrever uma mensagem.
A Kelly ignora o rapaz eu digo que não interessa.
Pois ao sair, percebi que na verdade aquilo não era um banheiro, mas o quarto desse rapaz que estava na porta.
O rapaz vem e diz: "Não acredito". Parece que ele veio assistir TV, e estávamos a ocupar o sofá. Então ele aperta um botão na TV, que parece desligar.
E não sei bem o que escrever. Mas digo: "Nossa, ha muito tempo que não vemos a Stella. Desde que ela saiu da empresa, acho que ela só veio 1 vez numa festa há uns bons anos atrás que foi em tal lugar." A Kelly concorda. A Stella saiu da empresa em que eu trabalhava há uns quase 20 anos atrás, meu primeiro emprego.
Então vamos andando e ela para para ir ao banheiro, ao fechar a porta, ela me chama para entrar, mas eu como não esperava isso, demoro e ela termina de fechar a porta. Eu volto pensando por que será que ela me chamou?
Eu tento então abrir a porta, que está trancada. Eu bato, e tento outra vez, e entro.
Ela está na frente da privada é um banheiro relativamente grande. Ela joga o conteúdo de uma garrafa dessas de treino de academia na privada. É um líquido roxo. Parece uma espécie de shake de nutrição para atividade física.
Ela então encosta as costas e cabeça na parede. Bêbada daquele jeito, me pareceu que queria ser beijada. Eu penso se deveria. Acho que ela está divorciada, e apesar de trabalharmos juntos, não acho que deva haver problema.
Então a beijo sutilmente, por um tempo. Ela gosta. Paramos por uns segundos, olho para ela, e volto a beija-la.
Depois ela abre a porta para sairmos do banheiro e está lá um rapaz do lado de fora perguntando: "vocês sabem o quanto vocês demoraram? Estou aqui batendo na porta há um tempão. O que vocês estavam fazendo?"
A Kelly ignora o rapaz eu digo que não interessa.
A Kelly havia tirado as botas e eu o casaco e a gravata. Recolhi os três pedaços para cada um dos pés da bota dela. Era uma bota de renda preta. Depois recolhi o meu casaco e minha gravata listada de azul e rosa, predominantemente rosa. Depois de pegar uma gravata, vi outra, exatamente com o mesmo desenho, porém mais fina. Penso que pode ser a parte de dentro da minha gravata, aquela que agente passa por trás. Na dúvida, achei melhor pegar, não sei se poderia voltar ali.
Pois ao sair, percebi que na verdade aquilo não era um banheiro, mas o quarto desse rapaz que estava na porta.
Fomos para sala e sentamos no sofá e começamos a assistir TV, uma TV bem grande.
O rapaz vem e diz: "Não acredito". Parece que ele veio assistir TV, e estávamos a ocupar o sofá. Então ele aperta um botão na TV, que parece desligar.
Em seguida o canal muda para a versão original do mesmo filme que estávamos assistindo. Agora com um volume mais alto e cores mais vivas e intensas.
"Não acredito que estavam vendo a regravação" diz o rapaz e senta no sofá sorrindo. Digo é verdade, o original é melhor.
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